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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Menino Daniel: Cadê a Palavra da Prefeitura?


Depois que o Foguinho postou uma matéria (ressalte-se: a pedido da mãe da criança) denunciando o drama do garoto Daniel, alguns profissionais da saúde foram rápidos no espírito do velho corporativismo para defender os colegas envolvidos no caso, mas nada falaram sobre a suspeita de enfermeira assinando no lugar do médico.

Um blog chamado Hospital de Base se apressa em dizer que “o caso do menino Daniel da Silva Bastos, de 8 anos de idade, atendido no Posto de Saúde do bairro Areal em Chapadinha com dor de cabeça e febre PODE NÃO ser erro médico”. Entre “o pode não ter sido” e o “talvez não seja mesmo”, a página nada de concreto informa sobre o caso específico.

Adiante, o blog do Minard afirma que a criança se recupera bem o com total apoio da prefeitura de Chapadinha. “Em nenhum momento deixamos de dar assistência (a criança) que está se recuperando muito bem”, alegou o secretário de Saúde de Chapadinha, Allan Monteles, em contraste com declaração da mãe de Daniel que até o dia anterior se queixava de abandono por parte do poder público municipal de Chapadinha.

Aos olhos dos poderosos de plantão na prefeitura e de “infalíveis” doutores, a matéria do Foguinho cometeu o pecado mortal de expor o drama de pessoas humildes, de lançar o debate sobre um assunto do maior interesse público e de propiciar (via repercussão) o início de alguma atenção ainda não condizente com a gravidade da situação da criança.

Na busca de informações procuramos o secretário Allan Monteles que não respondeu nossas perguntas.

No episódio, sem prejulgar profissionais e até mesmo em respeito e eles, a prefeita Belezinha pessoalmente e a secretaria de saúde devem explicações e o esclarecimento total do fato que assustou uma população que neste momento enfrenta uma epidemia combatida com mesmos remédios que supostamente provocaram a reação e o enorme sofrimento no menino Daniel. 

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