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quinta-feira, 31 de março de 2016

Constrangida: Belezinha Escala Antenor para Defender Prosseguimento de Show


O constrangimento com a repercussão do prosseguimento do show após a morte de uma pessoa, com as cinco feridas a bala e com a conseqüente exposição a risco potencial do restante do público é tamanho que a prefeita Belezinha escalou o blogueiro Antenor para jogar justificativas em resposta ao nosso questionamento.

Entre críticas ao governador Flávio Dino – que tratarei em postagens seguintes –, o blogueiro lança argumentos deploráveis em favor do não cancelamento do Show após o episódio violento. Vou postar os recortes com as desculpas dele em vermelho, em seguida comento.

Se imaginarmos uma praça daquele tamanho com uma multidão de pessoas, e duma hora para outra uma festa tão aguardada ser interrompida, por conta dum trágico, porém isolado ato de violência, que sentimentos despertaríamos aos demais, que ali estavam festejando o aniversário de nossa cidade? 
  
O blogueiro da prefeita começa minimizando a morte de um ser humano e o ferimento de outros como fato isolado que não deveria atrapalhar uma festa tão aguardada. Será que a prefeita teria coragem de concordar com ele publicamente?

Eles não mereciam o respeito dos organizadores e atrações do evento, pagos com dinheiro das nossas contribuições? 

Os que queriam se divertir após o assassinato mereciam mais respeito que as vítimas e familiares? Gostaria que a prefeita Belezinha também respondesse isso.

Não poderia ali, com essa interrupção, ser desencadeada uma onda de revolta e violência, resultando numa tragédia ainda maior? 

Aqui o blogueiro revela não conhecer a boa índole e civilidade do povo de Chapadinha. Tenho absoluta certeza que relatado o episódio e o aconselhamento da polícia em favor da suspensão do evento, os chapadinhenses iriam pacifica e ordeiramente para suas residências ou para outros locais.

Outra, se a PM notasse o risco de prosseguir com o evento, não teria alertado as autoridades e público, encerando assim tal evento? 

Quem disse que a PM não recomendou o encerramento? Vou reproduzir o comentário do Policial Sandro Stenio para informação do blogueiro e esclarecimento geral.

“Vale ressaltar ainda, que o locutor da festa disse com todas as letras que eles (organizadores do evento) não tinham nada a ver com isso e que a festa tinha que continuar sim, e ia continuar, mostrando um falta de respeito não só com a vítima, mas com a família e com o pouco efetivo policial que diante de tanta confusão, orientou a organização do evento a não continuar com a festa, o resultado foi uma onda de empurra-empurra como nunca tinha visto” disse o policial.

Repito: “Com o pouco efetivo policial que diante de tanta confusão, orientou a organização do evento a não continuar com a festa”. Preciso eu dizer mais alguma coisa?

Ou será que quem se dedica a dormir e levantar­se para ir somente até a escrivania destilar seu veneno, teria melhor competência para julgar tão impactante decisão?


Pra encerrar: se essa parte acima for comigo, me recuso a tratar com seriedade, pois - relevado o "levantarse" - quem se atreve a escrever com tamanho desconhecimento e demonstrando incapacidade de apurar e narrar um fato simples, não tem como avaliar competências. Disputar  trajetória, conceito, ética e conduta profissional, então... Cai fora que não dá pra você meu caro Anta.   

Em tempo: O Policial Militar Sandro Stenio, que também é cirurgião dentista, reafirma o comentário reproduzido na matéria, acrescenta que não estava de serviço por ocasião do evento e que sobre a orientação de parar o show recebeu a informação de colegas da força policial.        

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