quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Belezinha Quer Proibir o Uso da Palavra FUNIL

Recorte da Representação de Belezinha Contra a Música do Funil

Incomodada com a repercussão do termo pelo qual seu governo passou a ser identificado popularmente, a prefeita Belezinha entrou com uma ação junto à Justiça Eleitoral buscando proibir a utilização da palavra Funil até o dia da eleição.

A justiça eleitoral acolheu parcialmente o pedido e determinou a suspensão de um jingle que, sem mencionar o nome da candidata, fala em traidora e faz menção em um funil que enganou todo mundo.

Na decisão o juiz Cristiano Simas deixa claro que a campanha eleitoral deve ser pautada pela divulgação de propostas e idéias e conclui que, em rápida análise, a composição fere as normas.

Ainda na decisão o magistrado reconhece que Belezinha não conseguiu provar que o jingle tenha o fim exclusivo de ofendê-la. “Obtempero, que a representante (Belezinha) não logrou êxito em demonstrar, de forma cabal, que a composição teria o mote depreciar sua candidatura”, diz o juiz, que apesar disso considerou prudente suspender a veiculação do jingle.

Iniciativa Popular
A coligação de Magno Bacelar esclareceu que a música em questão trata-se de uma iniciativa popular que vem de antes do período eleitoral e, mesmo alegando não haver ordenado sua veiculação, determinou que os carros de som contratados para a campanha parem de reproduzir o jingle em respeito à decisão judicial.

Efeito Contrário
Já de domínio público e com larga repercussão, o termo Funil dificilmente deixará de ser usado por iniciativa de populares e espalhados voluntariamente pelas redes sociais. Pelo contrário ao assumir o incômodo com a palavra Funil, Belezinha acaba reforçando o apelido, colando sua imagem à de um Funil e fixado ideia do destino de verbas públicas para empresas de sua família.     

Um comentário:

Marcone Torres disse...

Um elefante incomoda muita gente
Só não sabia que um funil incomodasse uma pessoa. .