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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Magno e Belezinha na Gangorra dos Mortos e dos Vivos


Na última eleição o povo de Chapadinha não buscou um salvador da pátria, tampouco procurou um santo para comandar seus destinos – oposto disso –, relevou defeitos de Magno Bacelar, pois queria porque queria era tirar Belezinha da prefeitura.   

Belezinha perdeu a eleição em outubro e não fez outra coisa em novembro e dezembro a não ser piorar sua imagem e se enterrar mais fundo.  Nos derradeiros pronunciamentos de Belezinha e Aluísio quem não acompanhou a apuração chega a pensar que a atual gestora ganhou com folga de tão exitoso seu período, na avaliação da delirante dupla.

Enquanto gabava os próprios feitos, colocava culpa pela derrota ao povo que não entendeu a perfeição de seu governo e acusava os mais de 25 mil eleitores contrários de quererem emprego sem trabalho, Belezinha realçava em palavras e ações sua soberba, o espírito vingativo, a perseguição e outras pequenezas rejeitadas pelos chapadinhenses.  

Porém e apesar da cretinice de pregar sua volta para o mês de março, nem tudo está perdido para Maria Ducilene. Afinal, vale lembrar, em dezembro de 2012 Bacelar morto estava e talvez nem Danúbia acreditasse em sua volta triunfante. 

Daqui uns poucos dias Magno terá quatro anos para não repetir velhos erros e mostrar um pouco mais de respeito ao povo que a adversária, do contrário em 2020 Belezinha – com todas as mazelas – fica forte para alternar seu lugar na gangorra dos mortos e dos vivos da política.              

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