sábado, 18 de abril de 2015

Aluízio ou Belezinha, Quem é Mesmo o Prefeito de Chapadinha?


Enquanto a prefeita Belezinha agradeceu a intervenção do governador Flávio Dino e do deputado Levi Pontes pelo encerramento do protesto da Travessa Coelho, o secretário de obras parte para o ataque contra Levi e Flávio Dino.

Demonstrando profundo desconforto pelo fato de Levi ter colocado fim ao impasse, o secretário de Belezinha – que no dia anterior cobrava da Polícia Militar uma medida de força para acabar com o bloqueio da via – criticou  o deputado e deixou implícito que a prefeitura pode colocar dificuldades para que a obra seja feita pelo governo estadual.

Em sua fala Levi sinalizou que pretende manter diálogo institucional e de cooperação com a prefeita Belezinha em benefício da população. “Poderia ter chegado aqui e simplesmente anunciado a realização da obra pelo governo do estado, mas não poderia ser deselegante e passar por cima da prefeita Belezinha, com quem pretendo manter um bom relacionamento a bem da cidade, deixando as disputas eleitorais para o seu momento devido”, disse Levi Pontes.

Mas Aluízio não percebeu o nível nem a importância de um trabalho em conjunto ou da relação republicana entre a prefeita e deputado e da majestade do seu cargo de secretário de obras se rebela e veta qualquer entendimento.

Resta saber o que a cidade tem a ganhar com essa briga e quem seria mesmo o prefeito de Chapadinha se a Belezinha eleita ou o Aluízio que aparenta mandar mais que ela.  

Deputado Levi Pontes Garante Asfalto e Moradores Encerram Protesto da Coelho Neto

Deputado Levi Falando à População da Travessa Coelho Neto

Uma reunião, na manhã de hoje, em que o deputado Levi Pontes (Solidariedade) levou o compromisso de que o Governo do Estado, por meio de emenda de sua autoria, realizará a obra de asfaltamento da Travessa Coelho Neto, pôs fim ao protesto de já durava nove dias.

Os moradores questionaram prazos, reafirmaram que vão cobrar a realização da obra, decidiram encerrar o movimento e começaram de imediato a tapar a vala aberta durante o protesto.


Matéria completa em instantes no Blog.  



Moradores Tapando a Vala Aberta no Protesto

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Protesto: Belezinha e Aluízio Marcam Reunião e Não Comparecem


No início da manhã de hoje o Major Glauber usava o whatsapp do 16º Batalhão para convidar a imprensa para acompanhar uma reunião entre a prefeita Belezinha, o secretário de obras Aluízio Santos e a comunidade da Travessa Coelho Neto que acabou não acontecendo porque a prefeita terminou não comparecendo.

Na hora marcada o Major comunicou que a prefeita não iria comparecer e convidou a comissão de oito moradores para ir até a secretaria de obras conversar com o secretário Aluízio. De iniciou os moradores perguntaram ao comandante da polícia o porquê do não comparecimento dos integrantes do governo municipal, quando o Major disse que o motivo alegado foi que a diretora da Escola Municipal Almada Lima Filho não teria autorizado a reunião.

Os moradores chegaram a sugerir outra escola do bairro Caterpillar e o auditório do Real Brasil como locais alternativos para a realização da reunião e diante da negativa do governo a comissão recusou a conversa na secretaria de obras e o impasse continua.

Após nova tentativa frustrada de mediar o conflito e visivelmente constrangido o Major Glauber não quis conceder entrevista e declarou que não mais se manifestará sobre o assunto.   

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Prefeitura Nova Marca Tramontina



Vargem Grande: Morre o Ex-Prefeito Ferreirinha


Por Blog do Alpanir Mesquita

O Blog acaba de ser informado do falecimento do ex-prefeito de Vargem Grande João Ferreira Lima, conhecido por todos como Ferreirinha, em São Luís.

Ferreirinha, de 88 anos de idade, estava internado no Hospital Carlos Macieira há cerca de 21 dias e acabou não resistindo, teve falência múltipla dos orgãos. Ferreirinha foi prefeito em Vargem Grande nos anos de 1968 a 1970. Casado com Dona Leonô há 65 anos, teve 10 filhos, 38 netos e 18 bisnetos.

O ex-prefeito Ferreirinha era o pai do engenheiro João Ferreira Filho, o Ferreirinha (já falecido) e deixa muitos amigos em Chapadinha. Em instantes o blog informa sobre velório e sepultamento. 

Secretários de Belezinha Justificam Uso da Violência e Taxam Policiais de Mentirosos


Sob o comando dos secretários William Fernandes (comunicação) e Aluízio Santos (Obras e Articulação Política) o governo Belezinha parte em defesa do funcionário preso por tentativa de homicídio e 24 horas depois do fato monta uma versão mentirosa e atrapalhada em que tentam negar o que já foi fartamente provado e gerou a prisão em flagrante do funcionário violento que partiu com um facão pra atentar contra a vida de um fotógrafo.

Enquanto Geovane nega haver atentado contra a vida de Juvenal os policiais que o prenderam foram bem claros: “informo que o homicídio não foi consumado devido à chegada da polícia no momento do fato”, diz a polícia militar no documento de prisão em flagrante. Veja imagem abaixo. 


Geovane Pacifista de Facão e Dono da Rua
Além de tentar desqualificar o testemunho dos policiais militares, o mesmo Geovane que não quis falar à reportagem do Alexandre Cunha no momento da prisão, inventa uma versão que o coloca como dono da rua e um pacifista de facão em punho: “fui até eles e perguntei se já tinham batido as fotos. Eles disseram que sim e eu disse que eles podiam ir embora”, disse Geovane se achando no direito de dizer quem pode ou não ficar na rua. “Passados dez minutos, eles (Juvenal e Valter) retornaram, com um carro logo atrás, e eu vi eles fazendo menção de tirar uma arma da cintura. Claro que me preocupei. Corri até a caçamba do carro e peguei um facão pra tentar me defender. O carro que estava logo atrás deles era o da polícia. Quando a polícia chegou perto eu simplesmente entreguei meu facão”, alegou Geovane tentando convencer alguém de que suas vítimas fariam menção de retirar arma da cintura com a polícia logo trás.

De resto a versão publicada pelo Blog do Secretário de Comunicação de Belezinha segue desafiando a inteligência da população, justificando o uso de violência e buscando inocentar um elemento reincidente em confusão (Geovane chegou a tentar agredir o médico Zé Almeida, em usa seção eleitoral).

Argumento do Facão
Já o secretário Aluízio pateticamente se diz contra atos de violência, mas ao invés de lamentar o ocorrido parte em defesa de seu funcionário que foi preso usando um facão contra a imprensa. E chega ao ponto de sugerir que havia pessoas dispostas a resgatar Geovane da delegacia. “Não sou a favor de nenhum tipo de violência. O Geovane estava em seu local de trabalho, à noite, chovendo, quando chegaram estas pessoas lá, agredindo-o, me xingando e xingando a prefeita. Ele revidou e o caso foi parar na delegacia. Rapidamente o fato foi noticiado nos blogs de interesses dessas pessoas e, imediatamente muitas pessoas, revoltadas com os fatos, solidárias com o Geovane, me procuraram em minha residência querendo ir à delegacia. Mas não aprovo isso e fiquei até às duas horas da manhã, tentando conter essas pessoas, para se acalmarem”, disse Aluísio que teria tido a bondade de conter uma possível ação violenta contra a delegacia de polícia.  

O acobertamento ao funcionário pego em flagrante tentativa de homicídio pode incentivar novos atos de violência contra a imprensa livre e adversários da prefeita. Belezinha em todos os gestos segue aplaudindo o uso do facão como argumento político.   

quarta-feira, 15 de abril de 2015

“Não Cheguei a Esta Idade Para me Curvar Frente a Qualquer Império de Comunicação”, Diz Levi em Resposta a O Estado


O deputado Levi Pontes (Solidariedade) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (15), para rebater críticas de sua atuação parlamentar e pessoais, divulgadas nos últimos dias por meio de alguns blogs e redes sociais de O Estado do Maranhão.   

Levi Pontes reclamou que recentemente um blogueiro publicou uma postagem, tentando denegrir sua imagem na Assembleia Legislativa, porque o titular do veículo de comunicação alega que o deputado desqualificou alguns setores da imprensa maranhense.

O parlamentar lembrou que no seu último pronunciamento até considerou a imprensa como o quarto poder no Brasil, pelo respeito que tem à imprensa proba, justa e investigativa, aquela que, pelo menos, se respeita como profissional de comunicação.

Na ocasião, Levi Pontes esclareceu que fez apenas o comentário acerca do jornal O Estado do Maranhão, que tinha publicado gastos supostamente exorbitantes do Governo do Estado em Segurança Pública, de forma errada, mas tudo foi corrigido.

“Foi apenas uma a crítica que fiz durante meu pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, porque duvidava do jornalista que fez a publicação, que teria sido elaborada com segundas intenções de manchar a imagem do Governo do Estado”, explicou.  

DIREITO DE DEFESA

No pronunciamento, Levi Pontes esclareceu à imprensa da Assembleia e aos jornalistas, que sua crítica foi exclusiva ao jornal O Estado do Maranhão. “Como parlamentar, me sinto no direito de defender o Governo do Maranhão e tecer comentários a respeito das notícias do nosso Estado”, disse Levi.

Ao se dirigir aos setores da imprensa que o atacaram e tentaram denegrir sua imagem na Assembleia Legislativa e na opinião pública, o deputado Levi Pontes disse que não chegou com sua idade no poder Legislativo para se curvar diante de qualquer império de comunicação existente no Estado do Maranhão.


“Quero dizer a esta pessoa que teceu comentário pejorativo a meu respeito e até do meu pai, Pontes de Aguiar, um ancião e 88 anos de idade, por ser coronel reformado da Polícia do Estado do Maranhão, que tenho muito orgulho de ter pertencido, durante trinta anos, à honrosa e briosa corporação”, concluiu Levi Pontes.