quinta-feira, 10 de abril de 2014

Em Nota: Prefeitura Insiste na Legalidade do Concurso e Diz Que Vai Recorrer da Suspensão

Em Nota que acaba de ser divulgada a prefeitura insiste na normalidade e legalidade do certame e, na pratica, isenta o Machado de Assis de qualquer erro, assume a responsabilidade pelo concurso e diz que vai recorrer da decisão do Juiz Cristiano Simas.  


Leia a Nota de Esclarecimento:

Deu na Carta Capital: Tonny Cajazeira, o astro que você precisa conhecer

Sim, um astro brasileiro que você nunca ouviu falar. E nem adianta tentar reconhecer o nome ou a foto. É melhor se segurar onde está sentado porque vamos para a zona rural de uma pequena cidade no Estado do Maranhão. E, como chegamos lá, já tenho a sua licença para falar sobre a vida desse tal astro que você precisa conhecer. Mas antes preciso explicar o seu mundo: a cidade de Chapadinha é um importante município do norte do Estado, fica a 274 Km da capital São Luís e possui cerca de 90 mil habitantes. Atravessando os limites do município, lá pela estrada em direção do mato, por 12 quilômetros, você encontra um povoado chamado Cidade Nova. Ali mora Antonio Alves de Oliveira, um lavrador, semianalfabeto, mas também cantor, compositor e multiinstrumentista conhecido em toda a região pelo nome deTonny Cajazeira.
Tonny Cajazeira, com sua sanfona de 80 baixos - Fotos: Dewis Caldas
Tonny Cajazeira, com sua sanfona de 80 baixos – Fotos: Dewis Caldas
Tem cinco discos lançados recheados de ritmos típicos nordestinos como seresta nordestina, forró, baião, xote, bolero, reggae maranhense e arrocha. É considerado o precursor do ritmo brega na região do Baixo Parnaíba, que compreende boa parte da região norte do Estado. Filho de trabalhadores rurais, sempre viveu na roça, nunca teve um professor para ensiná-lo a cantar ou tocar qualquer instrumento e até hoje, aos 64 anos, nunca aprendeu a ler ou escrever. Mas, mesmo assim, sustentou os dez filhos por meio dos seus shows. Espera, sei que é possível que tenha ouvido pouca coisa sobre esses ritmos que citei acima, por isso, fiz uma coletânea especial para você ouvir enquanto lê esse texto (Clique aqui).
“Sem professor nem nada”
Agora que já está ouvindo as músicas desse cabra (na gíria local: homem), começo falando dele a partir de um ponto de vista bem peculiar. Imagine um jovem aprendiz, num povoado igual a tantos outros do norte brasileiro, com toda a família analfabeta, moradores da zona rural, de repente vê alguém tocando um instrumento e – como mágica – aprende a tocar e a cantar sem quase nenhuma referência, sem modelos, sem músicos para ensinar. Continue pensando. Esse mesmo cabra, com tamanha falta de referências e mestres, acaba inventando um estilo bem peculiar de cantar, tocar e compor, e mesmo não sabendo ler, sustentou os dez filhos por meio da música, criando dezenas de hits na região. Virou o porta-voz da música na cidade.
Agora mesmo, enquanto penso nas linhas deste texto, estou no backstage do show em praça pública na cidade de Chapadinha, gravando cenas de um documentário sobre ele. Dez mil pessoas esperam o show. Ele está calmo, embora responda ao pé do ouvido: “Não, eu não fico nervoso mais não, mas sempre me dá um negócio aqui, um medinho, isso é o que eu mais gosto”. Ele subiu no palco minutos depois e fez um show daqueles que vão comentar no dia seguinte. E no dia seguinte, à tarde, estou sentado num tamborete feito com couro de animal, gravando uma das várias entrevistas que fiz com ele para o filme “O Astro do Maranhão”, começo a entender a formação musical no menino Tonny.
Uma das demonstrações mais impactantes do seu talento é a sua rapidez em fazer uma música. É só escolher um ritmo, dizer um assunto, que ele mistura tudo, como um repentista, faz a introdução, o solo, a melodia, e ainda conta uma piada no meio. Só que esse não é o grande segredo dele. O que chama a atenção para si é a capacidade de entreter qualquer um, seja com músicas ou simplesmente agindo como se fosse um crooner. Tonny não tem um único terno, mas seu cabelo está bem cuidado, a corrente de alumínio está mais brilhosa do que nunca, e o show está sempre pronto para começar. Esse foi o aspecto artístico que procurei retratar nesse documentário, na expectativa de que esse personagem – que tanto contribui para a formação musical local – não morra simplesmente após a sua morte.
O menino só queria um instrumento
Desde muito criança eu ia para as festas aqui na região e ficava a noite inteira sem tirar o olho dos tocadores, com a maior vontade de mexer nos instrumentos. Os dedos ficavam coçando, eu era apaixonado pela sanfona, mas não dizia nada pra ninguém dessa vontade louca. Até que um dia, quando eu tinha 8 anos, um primo meu apareceu lá em casa com uma sanfona. Ele saiu um pouco da sala e eu fui lá, escondido, peguei a sanfona, coloquei no corpo e já saiu uma música, de primeira. Minha mãe e meu irmão correram pra ver e ficaram admirados quando me viram tocando e ouvindo o som que vinha do instrumento
Mas as condições de vida da família não permitiam que o jovem pudesse seguir carreira artística. A lavoura o esperava, assim como a seus irmãos. Porém, daquele dia em diante, Tonny só pensava em tocar novamente uma sanfona. “Meu pai dizia que não queria saber de artista em casa e que era a enxada que seria meu instrumento. Aí fui ficando triste por dentro, uma criança sem alegria. Minha mãe viu meu jeito e pediu que meu pai desse um jeito e comprasse uma sanfona pra mim. Um dia minha mãe mandou eu ir numa loja em Chapadinha buscar uma mercadoria, mas não disse o que era. Eu fui e quando cheguei lá era uma sanfona de 80 baixos. Eu quase morri de alegria. Eu vim na bicicleta sorrindo para o sol, para os passarinhos. Cheguei em casa e desde então eu não queria nem comer, nem brincar nem nada, só ficava mexendo naquele instrumento bonito e grande”, revela.
Finalmente o jovem músico tinha seu próprio instrumento. Não demoraria muito para fazer seu primeiro show. “No outro dia eu já sabia várias músicas. Então dois dias depois eu comecei a costurar uma roupa pra mim, do jeito que eu tinha aprendido com minha mãe. Fiz minha primeira roupa de show. Aí meu pai me levou num povoado vizinho ao nosso – chamado Santa Fé – e eu toquei a noite todinha numa festa e foi a maior alegria do povo lá. Todo mundo gostou e meu pai ganhou um dinheiro bom e deixou eu tocar na noite daquele dia em diante. Eu nem queria saber de dinheiro, só pensava em ficar acordado de noite, tocando, fazendo a alegria das pessoas.”
Mesmo tocando e animando festas a vida toda, Tonny Cajazeira ganhou fama primeiro como compositor na região. Embora já tenha feito muitos shows, só entrou no estúdio pela primeira vez aos 50 anos. Músico nato e sem nenhuma habilidade com partituras ou até mesmo com a escrita, ele conta essa experiência: “Quando fui gravar o produtor me pediu as músicas anotadas, eu só apontei pra cabeça dizendo que tava tudo na minha cabeça, ele achou que eu era um louco e não queria gravar. Aí eu disse pra ele botar um E (Mi maior) no teclado, ele botou e eu já “arrochei” a primeira música, que foi a canção “A Gigana Falou”. Quando acabou, ele ficou espantando, aí pedi outro tom e já fomos gravando tudo, eu ia dizendo na boca como era os solos da introdução e as músicas foram surgindo. No final, ele disse que eu era um fenômeno”, lembra o músico.
Show de Tonny Cajazeiras na Praça do Povo, na cidade de Chapadinha (MA)
Show de Tonny Cajazeiras na Praça do Povo, na cidade de Chapadinha (MA)
O primeiro álbum levou o nome de Tonny Cajazeira para todo o estado do Maranhão e fora dele. Logo se expandiu com o ritmo brega nordestino (nascido no Pará, estado vizinho), ganhando força em toda a região. Suas músicas se tornaram um símbolo da cidade de Chapadinha, lugar para o qual rende muita de suas homenagens. É um orgulho local. Dizem ser ele um injustiçado por não ter tido a chance de mostrar seu talento para um público maior.
Atualmente Tonny faz cerca de três shows por semana viajando entre os povoados. Os hits mais conhecidos são os do primeiro disco, por isso, basta ele tocar qualquer coisa como “Cadeira de Bar”, “Pé de Cajazeira”, “Forma de Fazer Gente” ou a “Cigana Falou” que o sucesso é imediato. Seu maior sonho é “conseguir gravar as mais de 200 músicas já feitas que estão na minha cabeça e só consigo botar pra fora tocando”.
O jornalista e documentarista Dewis Caldas entrevista Tonny Cajazeira
O jornalista e documentarista Dewis Caldas entrevista Tonny Cajazeira
Que tal baixar toda a discografia?
[1999] – Tonny Cajazeira 
[2001] – Reggae Chap
[2006] – Fôrma de fazer Gente
[2010] – Tonny Cajazeira e sua Sanfona
[2012] – Volume cinco
* Dewis Caldas é jornalista, documentarista e pesquisador musical. Sua vida é viajar por esse país colhendo histórias de Tonnys Cajazeiras, lambadões e outros tantos talentos não descobertos dos fundões musicais brasileiros

Justiça Acata Pedido de Marcelo e Suspende Concurso Público

Recorte de Trecho da Sentença 
Em decisão proferida na manhã de hoje o juiz Cristiano Simas suspendeu o concurso público da Prefeitura Municipal de Chapadinha realizado pelo Instituto Machado de Assis.  O teor da decisão e outros detalhes em instantes. 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Rua 7 de Setembro Virou a Tele Sena de Belezinha


Para a mídia governista a obra emergencial e realizada depois de muita pressão na Rua 7 de Setembro é vendida como a salvação da prefeita que hoje beira os 80% de rejeição. A promoção exaustiva lembra o comercial da Tele Sena do Silvio Santos, de hora em hora o andamento da obra é atualizado. Se no intervalo de 60 minutos novos tijolos são colocados, tomamos conhecimento.

A notória satisfação dos moradores afetados pelo abandono da via é o da constatação de ver que alguma coisa está sendo feita. Chamado por moradores que denunciavam alagamento de casas, mesmo depois das intervenções da prefeitura, o titular deste blog esteve no local e pôde constatar que problemas ainda há, mas não abordou o assunto justamente porque a obra não foi entregue.   

Uma obra bem feita na 7 de Setembro – merecedora inclusive do reconhecimento da oposição política e da mídia não remunerada por Belezinha – ajudaria na imagem do governo, mas não resolveria nada isoladamente porque o resto da cidade é um abandono só. Das principais Praças às dezenas de outras ruas o descaso avança sem que o governo consiga mostrar volume de serviço e justificar gastos com recursos pra cá destinados.

Só a título de alerta para a prefeitura, vale lembrar que no governo anterior, Danúbia, mesmo tendo asfaltado inúmeras ruas, não conseguiu sequer sair candidata a reeleição porque o esclarecimento popular exige bem mais que uma ou outra obra, analisa diferentes fatores da conduta da gestora e sabe quando se poderia fazer muito mais. Então galera mais trabalho, menos propaganda e sem zanga com quem pode falar sem risco de perder a boquinha.  

Obras Salvadoras de 2012 e 2014 Destacadas Pelo Mesmo Blog 

"Foram décadas de espera por um dia em que a principal rua do Bairro Novo soubesse o que é o asfalto. Esse dia chegou. Hoje, dia 15 de março de 2012, os moradores da Rua Manoel Inácio de Almeida, que liga a Avenida Ataliba Almeida ao Bairro Vila Isamara, acordaram com o barulho das máquinas colocando uma grossa camada de asfalto sobre o precário calçamento existente." Blog do William em 2012. 




“Ruas que nunca tinham sido beneficiadas por nenhuma gestão, agora se tornaram um canteiro de obras. Temos a Rua Sete de Setembro como um símbolo desta transformação no jeito de tratar a coisa pública. Outro exemplo está na Rua do Comércio, com a construção de uma passagem com aterro e tubulação, no lugar de frágil ponte de madeira”, blog do William em 2014.

Baixo Parnaíba: Parlamentares Visitarão Obras de Irrigação Abandonadas a Pedido de Simplício Araújo

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (9), requerimento do deputado federal Simplício Araújo (Solidariedade/MA) que solicita a criação de uma comissão externa para vistoriar obras de irrigação inacabadas no Maranhão, em especial o Projeto Flores, na Barragem do Rio Flores, em Joselândia (MA); e Tabuleiro do São Bernardo, localizado no município de Magalhães de Almeida.

A situação dos projetos de irrigação que deveriam estar produzindo e contribuindo com a diminuição da pobreza gerando emprego e renda no Maranhão tem sido constante preocupação do parlamentar.O Projeto Flores está em completo abandono.

Segundo lembrou o deputado, o perímetro irrigado Tabuleiros de São Bernardo teve sua implantação iniciada em 1987, quando 11 mil hectares foram desapropriados pelo governo federal para implantação de 6.140 hectares de área irrigada. Após quase 30 anos, apenas cerca de 500 hectares foram realmente implantados.

Em Joselândia, a área irrigável do perímetro é de 1.720 hectares, onde chegou a ser implantada e entregue uma área de 500 hectares apenas. Encontrando-se hoje em total abandono e sucateamento, restam implantar 1.220 hectares na área em torno da Barragem do Rio Flores.

No ano passado, o parlamentar já havia protocolado requerimento de informação na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) solicitando esclarecimentos sobre o andamento dos projetos e a retomada das obras.

Simplício acredita que a recuperação imediata dos perímetros, regularização dos lotes e avanço da implantação das áreas de irrigação dos perímetros do Flores, São Bernardo e também a implantação do perímetro de Boa Esperança/Rio Balseiro são fundamentais para as famílias que esperam há décadas a execução dos projetos.

da Assessoria 

A Violência Nossa de Cada Dia


É sempre uma tarefa complicada tratar de temas complexos no calor de eventos traumáticos e revoltantes como a morte de mais um trabalhador vitimado por marginais, o que acabou por escancarar a situação de insegurança que Chapadinha se encontra mergulhada.

Nas reações por redes sociais e em conversa de rua se procura culpados com a mesma facilidade com que se defende o perigoso “olho por olho” que pode levar cegueira com relação à visão geral do problema e produzir outras vítimas inocentes com linchamentos ou coisas do gênero. Apesar da complexidade do problema três pontos – a meu ver – se mostram mais óbvios como geradores do quadro: o pequeno número de policiais, a falta de investigação e inteligência e o avanço das drogas sem que os governos tenham campanhas preventivas contra elas.

Falta de Policiais
Qualquer medida que se possa esperar no combate ao crime depende de um efetivo muito maior que o contamos em Chapadinha. Sem equipamentos nossos poucos policiais são verdadeiros heróis, mas é impossível um serviço a contento com o número de agentes da lei que dispomos.

Quem quiser fazer algo urgente para conter a onda de violência em Chapadinha deve buscar meios para sensibilizar o governo do estado para o aumento dos efetivos das polícias civil e militar. Com a palavra deputados, prefeitos e lideranças políticas que dizem ter prestígio com os atuais mandatários do estado.

Investigação e Inteligência
Se fizermos um apanhado dos 10 últimos homicídios aqui registrados constataremos que se um chegou a ser devidamente esclarecido é muito. Para retirar bandidos das ruas prendendo ou dissuadir diante da possibilidade de prisão é preciso investigação que consiga produzir provas e até antecipação à prática criminosa por meio de um serviço de inteligência eficiente. Mas as condições para investigações e serviços de inteligência recaem na mesma falta de efetivo e equipamentos que é obrigação da esfera estadual. Por enquanto a falta de elucidação é convite para novos crimes.  

Prevenção às Drogas
Do Plano Nacional de Combate ao Crack do Governo Federal que aqui não chegou ao PROERD (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência) que foi interrompido em 2013 pela Gestão Municipal, Chapadinha segue sem políticas públicas de prevenção ao abuso das drogas. Enquanto os especialistas apontam o aumento da violência como consequência do avanço das drogas e em especial do Crack não temos ações governamentais de tratamento ou prevenção.

Problema de Todos
Embora evidentes as obrigações das diferentes esferas governamentais a responsabilidade com o drama da criminalidade é de todos na constatação de que vítimas e algozes saem da mesma sociedade que tem famílias, igrejas, escolas e sociedade civil que precisam se organizar para fazer alguma coisa, a começar pela cobrança às autoridades. 


terça-feira, 8 de abril de 2014

Vereador Marcelo Protocola Ação Pedindo Suspensão do Concurso


O vereador Marcelo Menezes / PRP protocolou, na manhã de hoje, o primeiro de uma série de ações judiciais pedindo a anulação do concurso público realizado pela prefeitura de Chapadinha.

Além da Prefeitura Municipal e da empresa Machado de Assis, Marcelo inclui a prefeita Ducilene Belezinha e a secretária adjunta de administração Adriana Pontes como alvos da Ação Popular.

Na ação Marcelo denúncia que ocorreu direcionamento na Licitação que três empresas cadastradas para participar do certame, mas supostamente somente o Instituto Machado de Assis compareceu a sessão, o que além do mais configura ausência de competitividade no Pregão. O vereador também ataca a modalidade da licitação que segundo alega seria ilegal. “A  contratação da empresa tenha ocorrido de forma manifestamente ilegal, uma vez que a legislação não permite a utilização da modalidade Pregão e o tipo de licitação  “menor preço”” diz Marcelo.

O parlamentar também sustenta que houve beneficiamento de pessoas próximas e até a familiares da prefeita e anexa lista. “Também corroboram as suspeitas de falta de lisura do certame, haja vista que vários parentes da Prefeita Municipal, bem como parentes de pessoas ligadas a contratação da empresa organizadora, foram aprovadas no concurso”, ressalta.

Marcelo ainda destacou a quantidade de questões anuladas, enunciados com erros de grafia e digitação como prova da falta de capacidade da Empresa Machado de Assis. Veja quadro abaixo.


Com mais de 500 documentos anexos, a ação do vereador Marcelo pede para suspender imediatamente os efeitos do Contrato, celebrado pelo Município de Chapadinha (MA) com a empresa INSTITUTO MACHADO DE ASSIS e a suspensão do Concurso Público regulado pelo Edital de nº 001/2014.


O Blog divulga – nos próximos posts – lista com os nomes de todas as pessoas ligadas à prefeita supostamente beneficiadas no concurso, de acordo com o vereador Marcelo. Aguarde.