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terça-feira, 5 de maio de 2015

Levi Pontes Destaca Inspeção do Ministério Público em Hospital de Coroatá


O deputado Levi Pontes (Solidariedade) destacou, na sessão desta terça-feira (5), a visita de inspeção realizada por integrantes do Ministério Público Estadual ao Hospital Macrorregional de Coroatá.

Em seu discurso, o deputado informou que, por designação da procuradora geral de Justiça, Regina Lúcia de Almeida Rocha, e do coordenador geral do Ministério Público do Maranhão, Suvamy Vivekananda Meireles, os promotores de justiça Vicente Gildásio Leite Júnior e Williams Silva de Paiva, titulares da 2ª e 4ª Promotorias de Justiça de Caxias, iniciaram investigação a respeito de quatro mortes ocorridas no dia 18 de abril passado, no Hospital Macrorregional Alexandre Mamede Trovão, em Coroatá.

Segundo Levi Pontes, os promotores de justiça Vicente Gildásio e Williams de Paiva juntaram-se à promotora de justiça Patrícia Pereira Espínola, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Coroatá, para apurar os fatos. De acordo com informações divulgadas na imprensa, as mortes teriam ocorrido por falhas no sistema de fornecimento de oxigênio aos pacientes da UTI do hospital.

Além das notícias na imprensa, o Ministério Público recebeu, dia 28 de abril, uma representação assinada por vereadores de Coroatá, na qual solicitam a investigação das mortes.

Levi Pontes leu na tribuna uma nota do Ministério Público que informa que as primeiras medidas tomadas pelos promotores foram a requisição de todas as cópias integrais dos prontuários médicos dos pacientes falecidos no dia 18, dando prazo de cinco dias à direção do hospital.

Segundo ele, os promotores fizeram uma inspeção in loco no hospital, na última quinta-feira, e lá ouviram o diretor clínico do Hospital, o diretor administrativo e quatro usuários, escolhidos aleatoriamente. E, de acordo com os diretores, não houve qualquer tipo de interrupção ou diminuição de fornecimento de oxigênio aos pacientes no dia 18 de abril.

Eles negaram, também, que tenha havido falhas no fornecimento de energia elétrica, ressaltando que o hospital possui gerador de energia sobressalente para estes casos. Ainda, segundo os diretores, a empresa responsável pelo fornecimento do oxigênio mantém quatro técnicos para o acompanhamento do serviço, em regime de revezamento.


Ao encerrar seu discurso, Levi Pontes assinalou que, segundo o Ministério Público, os pacientes e familiares ouvidos manifestaram-se satisfeitos com o atendimento médico recebido no hospital e não relataram nenhum conhecimento sobre qualquer problema relativo ao fornecimento de oxigênio aos pacientes. 

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