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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Política nas Redes Sociais: Arma e Armadilha


Melhor tradução do avanço democrático e do fortalecimento da sociedade civil, as chamadas Redes Sociais são fenômenos tão importantes na formação da opinião pública, que do maior ao menor município do Brasil, o candidato a prefeito – por melhor e mais popular que seja – que venha a desprezar esses novos meios de comunicação corre sério risco de fracassar.

Alguns dados recentes confirmam a força das mídias conectadas: no Brasil temos hoje cerca 130 milhões de usuários de Internet de forma geral e mais de 60 milhões de aparelhos celulares do tipo smartphone ativos e com acesso à Rede Mundial de Computadores.   

Com crescimento exponencial de participantes, o Facebook é a rede de maior alcance, onde um único post pode atingir milhares de pessoas em curtíssimo espaço de tempo. O Facebook também permite a visualização de dados detalhados; plataforma que agiliza o uso de meios variados como imagem, texto e vídeo; há notificações que facilitam e organizam o debate direto com o eleitor; e, ainda tem a faceta de capturar a atenção de um público geralmente desligado do dia-a-dia da política.

Há outras Redes Sociais importantes como o Twitter e o Instagram, mas a coqueluche é o WhatsApp. Plataforma baseada em mobile que permite troca de mensagens, vídeos, fotos e áudios de maneira instantânea o WhatsApp é extremamente útil em política.

Se os políticos já sabem da importância da internet e dos smartphones, o mesmo não se pode dizer quanto à necessidade de que numa campanha eles sejam manuseados por gente qualificada. Ter assistência qualificada num mundo de perfis falsos, robôs e disputas de ideias as vezes violentas, faz toda diferença entre ter a rede social como arma em seu favor ou nela cair de cabeça como armadilha contra si.    

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